segunda-feira, 27 de março de 2017
CONSIDERAÇÕES SOBRE AS ESTATÍSTICAS DE EMPREGO E EMPRESAS NO MUNICÍPIO DE CAMPOS DOS GOYTACAZES/RJ
Com relação aos dados e informações sobre a estatística de desemprego e empresas em atividade em nossa região de Campos dos Goytacazes, verifica-se que o município apresenta um quadro comum a cidades de médio e grande porte (com população entre 250.000 a 500.000 habitantes) em situações econômicas semelhantes.
A nossa Consultoria Institucional e Empresarial (Triplo A) acompanha os dados e informações sobre a questão do mercado de trabalho, procurando estudá-lo e tirar conclusões que possam auxiliar no equilíbrio das relações sindicais e a celebração de convenções coletivas ou acordos mais justos, realizados pelo SINDIVAREJO – Sindicato do Comércio Varejista de Campos.
Utilizando-se dos dados publicados pelo IBGE, Ministério do Trabalho (CAGED) e Junta Comercial do Estado, bem como o SEBRAE e publicações especializadas, podemos informar sobre o município de Campos dos Goytacazes:
QUANTIDADE DE RESCISÕES DE CONTRATO
DE TRABALHO EM 2016
5.500 CONTRATOS
QUANTIDADE DE EMPRESAS QUE ENCERRARAM SUAS ATIVIDADES EM 2016
317 EMPRESAS
Observações importantes:
01 – As rescisões são de diversas áreas, destacando-se principalmente a Construção Civil, Metalurgia e Serviços, acumulando uma grande quantidade de desligamentos verificada desde 2015, que ainda não foi atenuada em face da pequena quantidade de contratações no mesmo período.
02 – Este volume de encerramentos de empresas, pertence a diversos segmentos, mas também do comércio, ressentido pela falta de poder aquisitivo da população.
Importante notar um fenômeno comum a este grupo de municípios:
“Campos dos Goytacazes, apesar da retração econômica está entre os 200 (duzentos) municípios brasileiros que ampliaram o número de abertura de empresas, atingindo até fevereiro/17 o total de 43.095, crescendo 1,29% em relação ao mesmo período anterior. Isto se deve principalmente pelo grande número de empresas optantes pelo SIMEI, ou seja, Micro Empreendedor Individual, abertas neste período. Apesar deste fato merecer análise mais atenta, com certeza, pode-se concluir que à medida que avança o número de desempregados, grande parte deles, talvez movidos muito mais por necessidade do que pelas oportunidades de empreendedorismo, procuram a estratégia de se sustentar por meio da constituição de uma empresa. De qualquer forma o fenômeno merece atenção das instituições de classe e órgãos governamentais para o fomento e sucesso deste novo segmento”
Alexandre Andrade Albuquerque
Diretor da Triplo A Consultoria
CRA/RJ 03-02503
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